quarta-feira, 11 de março de 2009

Lynda Carter

A ex-Miss Mundo Lynda Carter, além de atriz é também cantora.
Nasceu em Phoenix, no estado do Arizona, EUA, em 24 de julho de 1951.

Seu
nome
de
batismo
é
Lynda
Jeán
Córdoba
Carter.
Ficou famosa no papel-título da super-heroína amazona na série de TV "Mulher Maravilha", exibida no final dos anos 70, hoje em dia um verdadeiro cult.

Seu pai, Colby Carter, é um caucasiano norte-americano e sua mãe, Juana Córdoba, mexicana.

Durante sua infância, Lynda foi uma ávida leitora das histórias em quadrinhos da Mulher
Maravilha.

Freqüentou as instituições de
ensino Globe High School em Globe,
no Arizona,
e Arcadia High School
em Phoenix,
e daí para a Arizona State University,
a qual deixou após
ser eleita a aluna mais talentosa, seguindo carreira musical.

Ela fez turnês
como cantora
para diversas
bandas de rock,
até que voltou
ao Arizona
em 1972.

Lynda inscreveu-se em um concurso de beleza local e
obteve fama nacional pela
primeira vez ao ganhar o título de
Miss Mundo Estados Unidos da América, em 1972, representando o Arizona.


Após freqüentar
aulas de
interpretação em
diversas escolas
dramáticas de
Nova York,
ela começou
a fazer
aparições em
programas de
TV como
"Starsky
& Hutch:
Justiça
em Dobro",
entre outros,
e filmes B
como
"Bobby Jo
And The Outlaw,
em 1976.

Contudo, sua
carreira de
atriz não
decolaria até
ela estrear
como protagonista na série
de televisão "Mulher Maravilha".

Sua interpretação perfeita ganhou-lhe a estima dos fãs e a
apreciação da crítica, fazendo a série durar por
três temporadas.

Mais de três décadas
após ter estreado neste papel, Lynda
continua a ser
imediatamente
identificada
como a Mulher Maravilha,
tanto que tornou-se
difícil para
os produtores
encontrarem uma
candidata adequada
para interpretar
a personagem
em subseqüentes
produções.

Muitos desses projetos
foram cancelados
por não conseguirem
achar uma atriz que
pudesse
interpretar a personagem de
forma tão
convicente.

Outros créditos de Lynda incluem o papel-título na
biografia para TV de Rita Hayworth, entre alguns outros filmes, como por exemplo "Nascida Para ser Vendida", e diversos especiais para a televisão.
Também estrelou em duas outras séries de TV de curta duração: "Jogo de Damas", no início dos anos 80, e "Nas Garras do Falcão", em meados dos anos 90.
No final dos anos 70 fez várias aparições como convidada em programas de variedades musicais e especiais, seguindo também uma carreira pararela como cantora, a qual recentemente anunciou-se que pretende retomar.

Mais recentemente participou de um episódio da série "Smallville".

Entre suas raras aparições no
cinema estão "Os Super-Tiras",
em 2001,
como a Governadora Jessman
do Estado de Vermont;
"Os Gatões",
em 2005,
baseado numa
antiga série
de tv;
e "Escola de Super-Heróis,

também em 2005,
como a diretora Powers.

O roteiro
deu à Lynda
a oportunidade
de fazer piada
com sua
personagem
mais famosa
quando diz:
"Não sei mais
o que fazer
com vocês, crianças.
Não sou
a Mulher-Maravilha."
Lynda também
dublou
vários videogames
fazendo as vozes
das personagens
femininas
Nord
e
Orsimer.
Casou-se
duas vezes.
Seu primeiro
casamento
foi com
o então agente
Ron Samuels,
de 1977 a 1982.
Em 1984
casou-se
com o
então
advogado
Robert A. Altman.

Eles
tem
dois
filhos:
James Clifford
e
Jessica Altman.

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APENAS SINÓPSE:
MULHER MARAVILHA - 1ª TEMPORADA
EPISÓDIO PILOTO: MULHER MARAVILHA
EPISÓDIO 01: A BARONESA

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MULHER MARAVILHA - 3ª TEMPORADA

EPISÓDIO 39: “A BELA ARTE DO CRIME”

EPISÓDIO 55: O GAROTO QUE DESCOBRIU O SEGREDO DA MULHER MARAVILHA - (1ª PARTE)



CURIOSIDADES

Lyle Waggoner

Lyle
Waggoner
é
ator
e
ex-modelo,
nasceu
em
13
de
abril
de
1935
em
Kansas
City,
no
Kansas,
EUA.
Ficou
conhecido
por sua
atuação
em
um
seriado
chamado
"The
Carol
Burnett
Show",
depois
sua fama
tornou-se
internacional
ao
interpretar
Steve
Trevor
no
seriado
"Mulher
Maravilha".
Em
1973
pousou
para
a
Play
Girl,
uma
revista
de
nu
masculino
e
ficou
em
primeiro
lugar
no
hanking
anual
da
revista.
É
casado
desde
1961
com
a
atriz
Sharon
Kennedy.
O
casal
tem
dois
filhos:
Jason
e
Beau.
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MULHER MARAVILHA - 1ª TEMPORADA

EPISÓDIO PILOTO: MULHER MARAVILHA

EPISÓDIO 01: A BARONESA


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MULHER MARAVILHA - 3ª TEMPORADA

EPISÓDIO 39: “A BELA ARTE DO CRIME”

EPISÓDIO 55: O GAROTO QUE DESCOBRIU O SEGREDO DA MULHER MARAVILHA - (1ª PARTE)

Stella Stevens

Stella stevens,
cujo nome de batismo é Estelle Caro Eggleston,
nasceu em outubro de 1936,
no Mississippi.
Já foi um grande símbolo sexual
e está na lista da 100 mulheres mais sexys do século xx.
Casou-se aos 15 anos e aos 16 teve um filho.
Precocemente viveu uma vida de dona de casa,
mas deixou essa vida quando largou seu marido,
com 17 anos,
para seguir outro rumo.
Como tantas outras atrizes
que fizeram fama mais pela beleza física
do que por destreza nas artes dramáticas,
Stella Stevens começou como modelo
no final dos anos 50,
foi coelhinha da revista Playboy
no mês de janeiro de 1960 e,
num desfile numa loja em Memphis,
encantou um executivo da United Artists,
que a convidou para começar
uma carreira nas telas do cinema.
Seu primeiro trabalho no cinema foi em 1959.
Sob a direção de Frank Tashlin,
o mentor de Jerry Lewis,
ela fez uma coadjuvante
em "Prece para um Pecador".
Loira, de belo corpo
e com uma presença sedutora na tela,
Stella foi chamada para ser
uma das garotas de Elvis Presley
no filme Garotas! Garotas! Garotas!,
de 1962.
Stella tinha um estilo muito particular e único.
Foi coadjuvante de luxo em diversas ocasiões, representando, inclusive,
uma “Helm-Girl” em
O Agente Secreto Matt Helm,
de 1963,
filme que funcionava
como uma espécie de James Bond americano
no qual Dean Martin fazia o herói do título.
Esteve em vários filmes dos mais variados gêneros,
mas sua presença em cena não servia somente para eclipsar de beleza breves momentos que antecedessem ações, suspense, drama.
Sua presença era capaz de eclipsar todo um filme.
Apesar de sua sensualidade,
a atriz nunca deixou escapar o estigma “materno”, de mulher caseira e confiável.
Stella era um híbrido da figura maternal da mulher e da exibicionista convencida do seu poder de sedução,
consciente do seu apelo sexual.
Era capaz de gelar e esquentar a tela,
potência que só foi bem aproveitada em três ocasiões: num filme de John Cassavetes de 1961,
"A Canção da Esperança",
em "O Professor Aloprado",
realizado por Jerry Lewis em 1963
e no faroeste cômico musical
sob a direção de Sam Peckinpah
"A Morte não manda Recado", de 1970.
É claro que isso não quer dizer que não tenha trabalhado com outros gênios da direção
e não tenha tido outros papéis memoráveis.
No mesmo ano do emblemático filme de Jerry Lewis, por exemplo,
ela fez uma das três pretendentes
do viúvo Glenn Ford no filme
"Papai precisa casar",
dirigido por Vincente Minnelli.
Mas na maioria desses filmes,
só se aproveitavam de suas qualidades de mulher objeto.
O que em seu caso não chegava a ser um “uso negligente”,
mas que restringia demais aquilo que a atriz poderia fazer,
pois Stella tinha a vocação para ser uma atriz completa.
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MULHER MARAVILHA - EPISÓDIO PILOTO

Cloris Leachman

Cloris Leachman
é a mais
velha
de três
irmãs
e nasceu em
Des Moines,
Iowa, USA,
filha
de Buck
e Cloris Leachman.
Ela se
formou
em dramaturgia
na Universidade
de Northwestern
quando era
membro
do
Gamma Phi Beta
e colega
de classe
do futuro
ator cômico
Paul Lynde.
Ela começou
a aparecer
na televisão
e em filmes
um pouco
depois
de competir
como
miss américa
e miss chigaco
em 1946.
É vencedora
do
"Academy Award",
nove vezes do "Emmy"
e do
"Globo de Ouro",
sendo
a atriz
que mais
prêmios "Emmy"
conquistou
até hoje.
Ganhou
o Oscar
de melhor
atriz
coadjuvante
em 1971
como Ruth Popper,
a desprezada
e solitária mulher
do treinador
de futebol
da cidade
em
"A Última Sessão de Cinema".
Um de seus
personagens mais
marcantes
na televisão,
foi o de
Phyllis Lindstrom,
na série
"The Mary Tyler
Moore Show",
exibido aqui
no Brasil
simplesmente
como
"Mary Tyler Moore".
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